Descida do Almourol

Descida do Almourol

Descida do Almourol

Detalhes Técnicos

Extensão: 6 a 8 Km
Ponto de Encontro: Tancos
Duração:
Dificuldade: Fácil
Tipo de percurso:

Preço: 12€

Contactos

Email: Geral@aventuralazar.com
Telefone: 962748550
www.aventuralazer.com

Descrição da Aventura

Esta é uma descida única em Portugal e talvez mesmo no Mundo.

O que é que tem de especial? O Castelo de Amourol, empoleirado no maciço rochoso a meio do Tejo. Nesta descida o ponto fundamental é mesmo o desembarque na ilha e visita ao Castelo e sua Torre de menagem.

A concentração dos participantes acontece em Tancos, local onde termina a atividade. É nesta povoação de margens ajardinadas, que deixam os veículos e é a partir daqui que são transportados pelos veículos da AVENTUR até Constância, local de início da Canoagem. O local da concentração também poderá ser em Constância com o transporte dos participantes no final.

Após um breafing técnico e de segurança, depois de se equiparem, e na companhia do monitor(s) entram para a água. A descida é tecnicamente muito fácil. Uma ligeira corrente transporta-nos pachorrentamente rio abaixo.

Logo após a largada, ainda feita nas águas do Zêzere, passamos pela foz deste para o Rio Tejo. É uma passagem calma e sem qualquer dificuldade. Avistamos de imediato a ponte rodo e ferroviária, que alcançamos em poucos minutos, e que passamos velo vão central. Aqui o rio ganha uma largura apreciável, e circulando pelo meio podemos contemplar a força deste curso de água. Passamos ao largo da Praia do Ribatejo, local de férias da elite lisboeta do século XIX. A espaços erguem-se os palacetes na margem do rio. Uma antiga indústria à muito abandonada, é guardada no alto da sua chaminé por um casal de cegonhas. Dependendo da época, podemos observar e ouvir o bater sincronizado dos bicos e a dança de cabeças, que caracteriza o ritual de reforço dos laços de acasalamento. Ou mesmo os pintos sempre à espera de mais uma rã, peixe ou ratinho, trazido pelos progenitores. Muito frequente também são os saltos das fataças. Depois de um primeiro salto devemos manter-nos alerta, pois quase sempre este peixe não termina a sua aparição sem concluir 3 a 5 saltos. No meio do rio, por vezes fica à vista um afloramento rochoso. Uma grande pedra onde se vêm empoleirar os corvos marinhos.

Estamos a meio de uma grande curva á direita e avistamos ao longe o Castelo de Almourol. Pouco a pouco vamos chegando junto a este pedaço da nossa História. Quase à sombra deste edifício milenar, apercebemo-nos da importância que deve ter tido nas conquistas e reconquistas do território que um dia se tornou Portugal. Desembarcamos na ilha, e vamos visitar o Castelo. Subimos à torre de menagem e … É uma vista de tirar o fôlego. O Tejo contorcendo-se pela lezíria a caminho do oceano, e as populações ribeirinhas caiadas de branco. Demoramo-nos um pouco mais a ouvir a explicação histórica do monitor, sobre a construção e ocupação da fortaleza. Estamos em terras de Templários.

Mais uma vez embarcamos nas canoas, agora para um percurso que rapidamente nos aproxima do fim da descida. Na margem direita e junto a um grande e antigo cais, está a rampa de desembarque.

Na outra margem está a aldeia de Arrepiado. Para o visitante parece a povoação gémea de Tancos, apenas separada pelo rio. Não devemos abandonar o local sem verificar a régua de medida das cheias. Quase todos ficam surpreendidos com a altura das mais altas.

A localização no mapa poderá não ser exata